sábado, 12 de maio de 2012

O corpo é um espelho das nossas crenças (Louise Hay)


O CORPO É UM ESPELHO DAS NOSSAS CRENÇAS

Embora muitas pessoas me vejam como alguém com o poder de curar os outros, eu não curo ninguém.

Meu trabalho é ajudar as pessoas a compreenderem como seus pensamentos criam, constantemente, suas próprias experiências de vida - todas elas, tanto as boas quanto as que chamamos de más experiências.

Você já se viu indo para o trabalho remoendo ressentimentos em relação a um colega ou alimentando sua insegurança por causa de uma tarefa que lhe foi solicitada?

É um exemplo simples, mas que ajuda a entender o que afirmo. Se, em vez de pensar negativamente, você procurasse pensar nas razões que poderiam ter levado o companheiro de escritório à atitude agressiva, e imaginasse formas afetuosas de resolver o conflito, seu encontro com ele poderia gerar uma aproximação feliz para ambos.

Se, em vez de inventariar suas próprias falhas, você tomasse consciência de sua capacidade e repetisse para si que poderia realizar a tarefa solicitada com sucesso - pedindo ajuda se precisasse, provavelmente você a desempenharia com outro ânimo e competência.

Nossos pensamentos podem, da mesma forma, estar contribuindo para o bem-estar ou para o mal-estar de nossos corpos.

Não queremos ficar doentes e, no entanto, precisamos de cada doença que contraímos.

É a maneira que nossos corpos encontram para nos dizerem que estamos com uma ideia errada, com uma percepção falsa e que precisamos mudar nossa forma de pensar.

Tenho uma amiga que precisou passar por uma pneumonia grave para concluir que era indispensável mudar seu ritmo de vida e fazer uma terapia que a ajudasse a rever seus relacionamentos.

Há pessoas que usam a doença como forma de não assumir compromissos, mantendo-se permanentemente numa situação fragilizada.

Cada doença é uma lição que precisamos aprender.

Por favor, não fique só reclamando: "quero me livrar desta doença."
Isso não vai trazer a cura que você deseja e você não vai aprender a lição de que necessita.

Não se coloque também numa atitude defensiva, como se a doença fosse uma espécie de acusação. Não se trata de condenar nem de sentir nenhuma culpa.


Tanto na doença quanto em qualquer situação de vida, o importante é observar o que está acontecendo conosco para entender o que precisa ser libertado e transformado.


Então eu lhe digo: é hora de se curar, de tornar sua vida e seu corpo íntegros, que significa que você deseja investir na sua saúde.


Eu sei que você tem, dentro de si, tudo de que precisa para conseguir isso.


Quando você começar a compreender o processo que leva à saúde ou à doença, será capaz de assumir o controle consciente das mudanças que deseja fazer.


É um processo muito emocionante que vai se tornar uma das aventuras mais felizes da sua vida.


Acredito que existe um centro de sabedoria dentro de cada um de nós e que, quando estamos prontos para fazer mudanças positivas, atraímos o que é necessário para nos ajudar.


Pode ter certeza de que alguma coisa dentro de você se transformou e o processo de cura já começou.


Pare um instante a leitura e diga em voz alta: Eu já comecei o meu processo de cura.


O corpo é um espelho das nossas crenças e dos nossos pensamentos mais íntimos.


O corpo está sempre conversando conosco. É preciso aprender a escutar o que ele tem a dizer.


Cada célula reage a cada pensamento seu, a cada palavra que você pronuncia.


Por isso, se prolongamos durante muito tempo determinadas formas de pensar e de falar, elas irão produzir comportamentos e posturas corporais, assim como um maior ou menor bem-estar.


Suas palavras e pensamentos contribuem para sua saúde ou sua doença.


Uma pessoa que está sempre com o rosto fechado provavelmente não tem muitos pensamentos alegres e amorosos. Os rostos e corpos dos mais velhos mostram claramente como foi sua vida e seus comportamentos.Pare um pouco e pense: que aparência eu vou ter quando entrar na terceira idade?

Como acredito que todos nós nascemos com o direito de ser completamente saudáveis e satisfeitos em todas as áreas de nossas vidas, quero ajudar você a conquistar esse direito agora.


Algumas das coisas que vou sugerir talvez pareçam simples demais, mas fique sabendo que estas idéias foram testadas muitas vezes com enorme sucesso.


Elas funcionam de verdade.


Antes de continuar a ler este texto, repare no seu corpo.


Coloque-se numa posição confortável, respire fundo e procure relaxar.


Abra-se para acolher todas as idéias, aceitando apenas as que se aplicam ou fazem sentido para você.


Acredito que toda doença é uma criação própria.


É claro que não dizemos quero ter tal doença, mas criamos um Ambiente mental que faz com que a doença apareça e se desenvolva.


Volto a repetir: nossos diálogos interiores provocam reações em cada célula do corpo.


Ouvi um médico dizer recentemente: "Se um cirurgião operar um paciente sem fazer coisa alguma para ajudar a descobrir e curar a causa da doença, ele estará apenas adiando o problema, pois o paciente criará um outro mal-estar."


Não basta tratar o sintoma. Precisamos eliminar a causa da doença.


E para isso precisamos penetrar no lugar, dentro de nós mesmos, onde o processo teve início.


Somos profundamente responsáveis por quase todas as experiências por que passamos em nossas vidas.


Tanto as melhores quanto as piores.


Porque, como já disse, somos nós que criamos nossas experiências através dos pensamentos que temos e das palavras que pronunciamos.


O universo apóia completamente nosso diálogo interior.


Nosso subconsciente aceita como verdade aquilo em que escolhemos acreditar.


Isto significa que o que acredito ser verdade a meu próprio respeito e a respeito da vida se tornará verdade para mim.


Essa é uma escolha que você faz.


É claro que os pensamentos vêm à cabeça sem nosso controle, mas, ao reconhecê-los,
você pode alimentá-los ou procurar desapegar-se deles, tentando olhar a realidade de outra perspectiva.

Temos também o impulso de pronunciar certas palavras, mas somos capazes de silenciá-las ou substituí-las por outras mais amorosas, impregnadas de compreensão e tolerância.


O que pensamos e sentimos a respeito de nós mesmos e de nossa vida formou-se desde criança, pelas reações e comportamentos dos adultos que nos rodeavam.


Assim, se você viveu com pessoas assustadas ou com pessoas extremamente infelizes, aprendeu uma porção de coisas negativas a seu próprio respeito e a respeito da vida.


E é possível que ainda acredite nelas.


Não estou dizendo isso para que culpemos nossos pais. Eles provavelmente foram vítimas de seus próprios pais e não podiam nos ensinar o que não sabiam.


Se sua mãe não gostava dela mesma e se seu pai não sabia ser carinhoso e atento, eles não teriam condições de ensinar você a se amar e a se tratar com carinho e atenção.


Por mais bem intencionados que fossem.


Acredito que escolhemos nossos pais. Cada um de nós decide encarnar neste planeta em épocas e locais específicos. Fazemos assim porque estamos neste mundo para aprender as lições que nos farão avançar em nosso caminho espiritual.


Para isso, escolhemos nosso sexo, nossa cor, nosso país e as pessoas que nos farão ter as experiências de que precisamos para evoluir.


Muitas vezes, quando crescemos, acusamos nossos pais e nos queixamos: "foi você quem fez isto comigo, a culpa é sua".


Mas, na verdade, nós os escolhemos, porque era com eles que podíamos viver aquilo que queríamos aprender a superar.


Passamos a vida criando experiências que combinem com as crenças adquiridas na infância.


Olhe para trás e observe quantas vezes você passou pelo mesmo tipo de relacionamento e pela mesma qualidade de problema.


É bem possível que você tenha criado essas experiências repetidamente porque elas refletem o que você pensa a seu respeito. 

Mas não adianta ficar remoendo os problemas do passado, porque é o momento presente que importa.

O que aconteceu no passado, até este momento, foi criado por você, com seus próprios pensamentos e antigas crenças, sem que você se desse conta.

Mas o que você escolhe pensar, acreditar e dizer hoje, neste exato lugar, neste exato momento, está criando o seu futuro.

Seu diálogo interior de agora está criando o seu amanhã, a semana que vem, o próximo mês e o ano que vem.

Então, preste atenção no que você está pensando neste instante. Você quer que este pensamento crie o seu futuro? 

Ele é negativo ou é positivo? Observe, preste atenção.

Não existe certo ou errado no que pensamos, e volto a dizer que não quero nunca explorar o sentimento de culpa. Pelo contrário, quero eliminá-lo, porque ele paralisa e não faz crescer.
Estou querendo apenas que você entre em contato com o que está pensando, porque, em geral nós tomamos muito pouca consciência do que se passa em nossas mentes e em nossos corpos.

Só prestamos atenção quando ficamos doentes ou quando sentimos dor.

E, se não sabemos o que está se passando dentro de nós, como poderemos mudar?

terça-feira, 17 de abril de 2012

Por que vivemos tão ansiosos?



Em maior ou menor grau, todos sentem o que chamamos de “ansiedade” boa parte do tempo. Os momentos verdadeiros de relaxamento e paz interior autênticos são raros. A dificuldade em viver no presente é um dos maiores contribuidores da ansiedade. Vamos entender um pouco sobre essa dificuldade e como ela se apresenta.

A pressa é uma das manifestações do não conseguir viver no presente. Desenvolvemos o hábito de viver apressados. E o que é a pressa? É a vontade de estar no momento seguinte enquanto você ainda está aqui e agora.

Você acorda, mal se espreguiça e a cabeça já vai a mil por hora pensando que tem que ir escovar os dentes e tomar banho. Não dá nem pra curtir a espreguiçada. Quando está no banho, somente o seu corpo está no banho, pois sua cabeça está no momento seguinte pensando que tem que comer rápido ou pensando que tem chegar ao trabalho. O banho poderia ser uma atividade prazerosa, mas é realizado de forma rápida e mecânica por que você quer estar no momento seguinte.

Quando entra no carro, seu corpo está no carro, mas você quer já ter chegado ao trabalho, mas você ainda não chegou. Então o coração acelera, o corpo fica inquieto. Você perde de passar no semáforo por pouco por que o cidadão da frente andou devagar. Ai surge raiva e aumenta a impaciência. O engarrafamento vira o inimigo que o impede de chegar no momento seguinte. Mas quando você chega no momento seguinte não há paz, você já quer que chegue o próximo.

Chega no trabalho, e você aperta o botão do elevador três vezes, com força, para que o elevador chegue mais rápido. Você está ali esperando mas já queria estar dentro dele. E quando estiver dentro do elevador, melhor apertar também três vezes o botão de dentro, porque você está inquieto querendo sair dele.

Vai responder o primeiro email já pensando que tem mais outros tantos para responder. E depois vai surgindo no pensamento o que tem que fazer depois dos emails. E mais tarde surge o pensamento de querer que acabe o dia pra você ir pra casa. A volta pra casa no trânsito é também ansiosa e apressada, por que você não quer estar ali.

Quando chega em casa talvez relaxe um pouco. Talvez não. Tem que jantar, ir para academia, fazer um trabalho que ficou pendente no horário do expediente, arrumar algo em casa, dar atenção aos filhos.

E no outro dia começa tudo de novo. Observe então o mecanismo da mente de querer sempre estar no momento seguinte, gerando pressa, ansiedade, inquietação interior, aceleração do coração, causando um sofrimento. Todos esse stress altera a fisiologia. O corpo produz essa aceleração e a química do cérebro e o hormônios são afetados.

Mas seria possível agir diferente tendo mil atividades para fazer? Sim, claro. A mente está viciada em sair do presente momento e ir para o momento seguinte. Acontece de forma automática, inconsciente. Você já se pegou andando rápido num dia de domingo, mesmo sem ter qualquer compromisso? A gente nem percebe e parece ser normal, afinal de contas, todo mundo é assim... A maioria é assim, é verdade. Mas existem pessoas mais presentes, mais calmas, mesmo diante de um volume grande de afazeres. 

Tomar consciência desse mecanismo é o primeiro passo para começar a viver o agora, o que certamente irá diminuir a ansiedade. Quando tudo isso parece normal e nem nos damos conta da loucura que é viver dessa forma, estaremos no piloto automático, sem possibilidades de quebrar o padrão. Mas agora que temos consciência, é possível fazer um exercício para nos voltarmos para o presente. 

Todas as vezes que sua mente começar a viajar para próxima atividade e você perceber, volte sua atenção para a atividade atual. Toda vez que seu corpo ficar tenso no trânsito com o engarrafamento, relaxe os músculos, respire, e volte sua atenção para o momento presente. Você está dentro do carro, naquele momento, e você escolhe aceitar essa condição totalmente.

A mente fugirá mil vezes. Pacientemente, cada vez que percebermos, voltamos a atenção para o presente.

Como o passar do tempo, a mente vai mudando o padrão. Ao invés de viver no futuro e prestar pouca atenção ao presente, ela começar a viver o presente e fazer visitas rápidas ao futuro. Assim a ansiedade diminui. As ações passam a ficar mais eficientes pois estamos executando cada tarefa com mais atenção.

Outra forma de sair do presente é quando começamos a pensar de forma preocupada em problemas que temos para resolver. É totalmente inútil, traz apenas sofrimento. O pior é quando acontece na hora de dormir, ou no meio da noite quando não deveríamos fazer nada além de descansar.

Remoer uma discussão também é mais outra forma de sair do presente. Dessa vez a mente vai para o passado e relembra o que houve. Começam a brotar pensamentos e comentários do quanto o outro foi injusto e que deveríamos ter dito isso e aquilo. Nem preciso comentar o quão inútil é tudo isso. Mesmo sendo um padrão bem comum feito por boa parte das pessoas, devemos reconhecer esse mecanismo com uma espécie de doença coletiva. Uma doença que tem cura, felizmente.  

 
 Texto do Terapeuta Holístico André Lima

sábado, 31 de março de 2012

Dia 31 de Março - Dia do Terapeuta Holístico




Institui o Dia do Terapeuta Holístico.

Art. 1º - Fica instituído o Dia do Terapeuta Holístico à ser comemorado, anualmente, no dia 31 de março.

Art. 3° - O Poder Executivo fica autorizado a incluir o Dia do Terapeuta Holístico no Calendário de Eventos Oficial do Estado.

Art. 2º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Sala de Sessões,  21 de março de 2003.

Deputado Estadual Giovani Cherini - PDT


JUSTIFICATIVA
        Este Projeto de Lei tem como objetivo instituir  o dia 31 de Março como o Dia do Terapeuta Holístico.

        Terapia = harmonizar, equilibrar.
        Holística = do grego holus: totalidade.
        Através da Terapia Holística a vida das pessoas pode tornar-se mais saudável, pois utiliza-se uma somatória de técnicas milenares e modernas, sempre suaves e naturais, proporcionando harmonia, autoconhecimento e incrementando a capacidade da pessoa tratada. Dentre estas técnicas podemos citar Yoga, Reiki, Tai Chi Chuan, Acupuntura, Aromaterapia, Homeopatia, Fitoterapia, Florais, Cromoterapia, Cristaloterapia, Xamamismo,  e outras terapias alternativas que ajudam a combater doenças de maneira eficaz e com custo acessível.
        As popularmente chamadas de "terapias alternativas" são aplicadas pelo Terapeuta Holístico, que procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade, promovendo a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis conseqüências, além de promover a catalização da tendência natural ao autoequilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
        A OMS - Organização Mundial da Saúde já reconhece a  importância das terapias alternativas no processo de cura.
        Considerando que o homem é corpo físico, mental, emocional e espiritual, nenhum processo de cura pode hoje se dissociar de contemplar o homem como um ser múltiplo, devendo ser respeitados diversos aspectos ao proceder-se um tratamento de saúde.
        Sabe-se também que a manifestação de uma desarmonia em todo esse complexo, consubstanciada no que chamamos doença, é, na maioria das vezes, a somatização, no físico, de um processo desarmônico em alguma parte do todo que é o homem.
        A escolha do dia 31 de março como o Dia do Terapeuta Holístico é em homenagem a São Benedito. O dia de devoção a São Benedito é 31 de março.
        São Benedito nasceu em 1526, em São Filadelfo, nos arredores de Messina, era filho de pais descendentes de escravos levados para a Sicília. Manifestou desde os 10 anos uma pronunciada tolerância para a penitência e para a solidão. Foi chamado de 'Santo Mouro' por causa da cor de sua pele e aos 18 anos, com o fruto de seu trabalho, provia o seu sustento e dos pobres. Operou diversos milagres. Além de tido, a oficialização do Dia do Terapeuta Holístico é o reconhecimento e a homenagem merecida aos abnegados profissionais que emprestam seus dons e conhecimentos pessoais em prol da comunidade, buscando melhorar o ser humano e o universo.
        Sala de Sessões,  21 de março de 2003
        Deputado Estadual Giovani Cherini - PDT

domingo, 12 de fevereiro de 2012

A sudorese intensa tem alguma relação com o fator emocional?

Sempre quando há um sintoma se manifestando no corpo físico, é necessário que seja verificada se há alguma disfunção que ocasione uma sudorese. Caso os médicos não tenham identificado nenhum problema através de exames, é sinal que o fator emocional possa estar presente.

Sabemos que o corpo sofre e reage de acordo com estímulos internos ou externos.

Um forte estímulo externo como, por exemplo, uma entrevista para um novo emprego, pode provocar situações de stress capaz de desencadear um quadro de sudorese, entre outros sintomas frequentes.

Ao passar por momentos de muita ansiedade e nervosismo é comum que a pessoa apresente alguns sintomas como ter a sensação de estar “suando frio”. Isto é uma resposta do organismo frente a uma situação de stress.

Existem pessoas que estão em estado de stress constante. Nunca relaxam a mente e mantêm seus corpos sempre tensos. Essas pessoas são mais suscetíveis a sentirem sintomas como sudorese, taquicardia, dores nas costas (principalmente lombares), problemas gástricos, dificuldades em dormir, entre outros.

Algumas vezes, sentimentos de medo e insegurança estão presentes nesses quadros, pois eles são responsáveis pelas reações naturais de defesa do organismo. Ao sentir medo de uma situação concreta ou não, normalmente o corpo sua mais, a boca fica seca, a pele empalidece e o coração acelera.

Em alguns casos, embora menos comuns, existem pessoas que além de suarem muito apresentam um forte odor corporal.

Normalmente elas demonstram em seu comportamento, uma dificuldade de relacionarem-se com outras pessoas e terem envolvimentos afetivos mais íntimos.

O suor acrescido ao forte odor emanado serve, inconscientemente, como barreira de proteção para envolvimentos emocionais mais profundos que possam provocar inseguranças ou ansiedades.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Cara de um, focinho do outro!

Não aconteceu apenas uma vez.
Já atendi várias pessoas que me procuraram para cuidar de seus bichinhos de estimação com florais. A maioria desses bichinhos eram cães e gatos.
O mais interessante é que na maioria dos casos, pude perceber que os animais acabaram desenvolvendo doenças semelhantes às de seus donos.

Já atendi cachorros com fortes dores na coluna (um de seus donos tinha um desvio sério na coluna, fazendo com que a mesma ficasse travada); Atendi também uma cadelinha que estava com problemas na genitália (e sua dona estava fazendo um tratamento ginecológico); Cuidei de um bichinho que tinha crises de epilepsia (o relacionamento do casal que era seu dono não estava bem, eles acabavam discutindo e qualquer dissabor já era motivo para as crises epiléticas voltarem). É como se o animal quisesse acabar com o sofrimento daquele que ele ama, puxando toda a doença para si.

De que maneira nós influenciamos nossos bichinhos de estimação?
Por que alguns se parecem tanto com seus donos, tem hábitos semelhantes e chegam até a desenvolver as mesmas doenças?

A Física Quântica defende que tudo que vibra na mesma sintonia se torna igual, ou pelo menos, influenciável. Através de trocas energéticas os seres vivos estabelecem conexões e desenvolvem formas de interação que influenciam tanto as emoções quanto o corpo físico. Homens e bichos convivendo intimamente acabam adquirindo hábitos e personalidade semelhantes, e a partir disso, podem ter as mesmas doenças.

A intimidade entre animais e o ser humano parece caminhar nessa direção. Estamos tão ligados que esquecemos que eles são diferentes de nós e têm necessidades muito específicas. Os criamos para serem dependentes e eles acabam pagando um preço alto por isso. Por não terem um cérebro racional, não entendem o que se passa além das fronteiras do apartamento onde moram. A maior parte dos animais sente uma grande ansiedade com a ausência do dono, além de estresse gerado pela falta de exercício, de lazer e contato social.

Mas existem as boas influências, trocas preciosas que estimulam vínculos profundos e estreitam laços afetivos. Os animais nos observam o tempo todo, aprendem a ler nossas emoções e desenvolvem estratégias cada vez mais sofisticadas para se comunicarem conosco. Mecanismos capazes de influenciar a genética e mudar definitivamente uma espécie.

Os animais absorvem nosso inconsciente. Isso não significa que sejamos culpados. Somos, sim, responsáveis. Os animais atraem os donos de acordo com a sua energia, assim como os donos atraem os animais no mesmo padrão de energia.

Isso é facilmente identificado quando perguntamos como foi que tal pessoa escolheu aquele animalzinho para ser de estimação.

Atenção:
Quem assume responsabilidade não é nem culpado, nem inocente. Apenas aprende, evolui e vive melhor. Quem assume “culpa”, seja consciente ou inconsciente, acaba atraindo castigos que podem vir em forma de doenças, acidentes ou infortúnios.

O ideal nesses casos é que quando o animal for tratado com florais, que o dono também passe por uma consulta e tome as preciosas gotinhas, pois os florais poderão equilibrar a energia que tem desencadeado os sintomas igualmente identificados tanto no animal quanto em seu dono.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A psicossomática das unhas

As unhas das mãos e dos pés desenvolveram-se a partir das garras, ou seja, são resquícios destas, e em consequência têm a ver com nossa herança agressiva e nossa origem. Como deixamos de utilizar as garras diretamente na luta diária pela vida, precisamos apará-las. Antigamente elas se desgastavam, como acontece com os animais de rapina. Quanto a isto, é igualmente uma atitude honesta e uma desilusão observar quem além de nós tem garras no mundo animal; o revestimento agressivo, tanto das unhas como das pessoas, fica claro.
Agora, em uma época que ao mesmo tempo combate a agressão e é extremamente agressiva, não é mais tão fácil manter as unhas perfeitas. Seja por serem atacadas por agentes estranhos tais como fungos ou amputadas de livre e espontânea vontade com os dentes, sobretudo pelas crianças, ou ainda por se tornarem quebradiças e lascarem com facilidade, elas sempre lançam uma luz sobre nossa maneira de lidar com a agressão. Em muitas culturas, seu comprimento é sinal do quanto a pessoa se manteve distante do indigno trabalho braçal diário. Ao mesmo tempo, esse costume deixa claro quanta agressividade é necessária para impor um tal estilo de vida e conservar o poder correspondente. Também entre nós, unhas bem cuidadas são um sinal de trabalho intelectual e de seu trato refinado com a agressividade.

Em nossa cultura, é principalmente o mundo das senhoras que exibe seus símbolos de agressão com orgulho, não poupando gastos em seu cuidado e colocando-os em evidência com cores brilhantes. O esmalte de unhas tornou-se um componente permanente da vida. Excepcionalmente, ele tem a cor da madrepérola, aquele material iridescente no qual diversos seres aquáticos se envolvem, e sinaliza que para seus proprietários a temática agressiva transformou-se em algo cintilante, precioso. O vermelho, escolhido de forma preponderante, é muito apropriado simbolicamente, pois se trata da cor do deus da guerra, Marte, e de sua rival e companheira, Vênus, a deusa do amor. A agressão e o amor unem-se em paixão nas longas unhas pintadas de vermelho, e as garras assim acentuadas sinalizam algo eroticamente sedutor que sempre é criado a partir dessas duas fontes. Não é de surpreender, já que Eros/Amor, o deus do erotismo, é filho de Vênus e Marte. Com as armas de guerra do pai, o arco e a flecha, ele instila o desejo da mãe, o amor, no coração dos homens.

Quando se pensa nas luzes do semáforo e no traseiro dos babuínos, o vermelho é também a clássica cor de aviso, que pode ser vista de longe. Unhas vermelhas chamam a atenção para si, para as qualidades sedutoras de seu proprietário, ou para o sangue que goteja de suas unhas. Finalmente, as unhas têm ainda um caráter saturnino, limitador, já que podem também sinalizar: "Até aqui, não prossiga." 

Inflamação das unhas

Esse sintoma, também chamado de panarício, pode surgir tanto nas unhas das mãos como dos pés. O leito da unha, o espaço onde ela cresce e se alimenta, está inflamado e com pus. A inflamação nessa região encarna um conflito em relação ao lar da agressão, ou seja, da vitalidade. De maneira semelhante ao que acontece na inflamação das gengivas (gengivite), o tema da confiança primordial está sendo aludido. As ferramentas da agressão, garras e dentes, precisam de um fundamento saudável para tornar-se agressivos de acordo com a sua determinação. De maneira análoga, uma pessoa precisa da confiança primordial para poder dar expressão a sua agressão, sua vitalidade e sua energia.

Quando falta autoconfiança às crianças e, sobretudo, confiança nos pais, elas não se atrevem a ser agressivas. Aquilo que externamente parece uma louvável afeição é, muitas vezes, falta de confiança. Quando, ao contrário, elas se atrevem a algo que os pais de forma alguma valorizam, manifestam com isso confiança, pois podem contar com os pais mesmo quando dão vazão à sua agressividade, ou seja, sua vitalidade. Estar permanentemente grudado na barra da saia da mãe, ao contrário, deixa entrever medo e falta de confiança.

Quando o conflito na base da agressão no leito da unha soma-se ainda roer as unhas, a situação torna-se mais clara ainda. A criança não se atreve a agarrar a vida e mostrar as garras. A válvula de escape para a energia vital não é suficiente e a criança, portanto, dirige sua agressividade contra si mesma e castra suas próprias ferramentas de agressão. Em vez de ficarem contentes pelo fato de as crianças não dirigirem suas mordidas contra eles, não é raro que os pais recorram a punições. Na tentativa de tirar o "vício" de seu filho, eles fazem com que o problema da agressão mergulhe ainda mais na sombra. É justamente a sinceridade do sintoma que enfurece os educadores. Agora todos podem ver como seu filho vive de forma contrária à vitalidade.

Algumas crianças levam essa situação tão longe que chegam a roer também as unhas dos pés. O que sua fome de agressão poderia deixar claro? Caso o sintoma perdure até a adolescência ou mesmo até a idade adulta, isso mostra a contínua carência de possibilidades de expressão para a própria vitalidade. Não é raro que o sintoma desapareça para voltar a emergir mais tarde com outra roupagem, por exemplo sob a forma de uma alergia.
Como as unhas freqüentemente são roídas quase até a base, as pontas dos dedos ficam desprotegidas e tendem a inflamar-se. O panarício típico, entretanto, afeta unhas intactas que repentinamente desenvolvem uma tendência para encravar. Elas perfuram a própria carne e, assim, declaram a guerra. Em geral, a situação não é tão crônica como quando se rói as unhas, inflamando-se em um conflito agudo. Ainda assim, há pessoas que sempre voltam a recorrer a este plano de conflitos em torno de sua confiança primordial. 

Além da típica ferida no leito da unha, há outras maneiras que podem chegar até os ossos. Quando o periósteo, os ossos ou os tendões são afetados, a problemática anímica que sai à luz é correspondentemente mais profunda. Os agressores, no sentido físico, são na maioria dos casos estafilococos ou outras bactérias, no quadro de uma assim chamada infecção mista. Enquanto a pessoa se deixa inflamar por esses agentes, os temas propriamente causadores obtêm muito pouco espaço. De fato, uma pessoa que declara guerra a si mesma, ou seja, cujo sistema de armas ofensivas, por dentro e por baixo, está por assim dizer sendo colocado em questão em seu próprio pais, bem, essa pessoa mal poderia defender-se, quanto mais tomar por si mesma a decisão de atacar. A ferida costumeira no leito da unha pode fazer com que esta se solte e, com isso, indicar uma perda na disponibílidade para a defesa.

As garras postas temporariamente fora de combate apontam para a lição a ser aprendida: trazer a própria vitalidade e agressividade de volta para planos conscientes. A guerra em tomo do sistema de armas do corpo deveria ser travada em planos onde as soluções são possíveis. Nesse caso, as armas do espírito têm precedência sobre as armas do corpo. Até mesmo agarrar e arranhar conscientemente tem mais sentido que cultivar ulceras nas unhas. 


Perguntas:

1. Onde deveria mostrar minhas garras e não me atrevo? Onde eu inconscientemente guardo algo sob as unhas?
2. Até que medida meu medo me deixa indefeso diante da agressão?
3. Onde, em sentido figurado, sou vítima de minha agressão?
4. Onde poderia encontrar confiança em minha força e minha vitalidade?
5. Onde há possibilidades significativas para minha disponibilidade agressiva de defesa? Como minha fome poderia ser melhor aplacada?

Fonte: "A Doença como Linguagem da Alma" - Rüdger Dahlke

domingo, 1 de janeiro de 2012

O que esperar de 2012?

2012 = 2 + 0 + 1 + 2 = 5
5 é propício para mudanças. 
Que consigamos mudar tudo o que for preciso para que
tenhamos mais saúde, paz, alegria e muito mais.

Muito tem sido dito sobre as possíveis mudanças que ocorrerão no planeta Terra em 2012. Há até quem fale em fim do mundo. As principais fontes de tanta especulação são profecias feitas pela extinta civilização Maia. Os maias ocupavam terras na América Central, a partir do sul do México em direção ao norte.

A civilização maia possuía um avançado calendário, assim como o utilizado no Brasil hoje, contendo 365 dias. Outra grande qualidade era a aptidão para a matemática. Segundo os cálculos, em 2012 o mundo como conhecemos será extinto. Aquela civilização falava em cinco ciclos, quatro deles já teriam passado e o próximo acontecerá dia 21 de dezembro de 2012.


Estudiosos das teorias maias afirmam que estes ciclos acontecem a cada 26 mil anos e duram 5.125 anos. Todos eles teriam terminado em destruição. Dia 21 de dezembro será o último dia do último ciclo. O fim da raça humana se daria devido a um alinhamento cósmico. O sol se alinharia ao centro da Via Láctea ao mesmo tempo em que haveria uma mudança do eixo da Terra em relação à esfera celeste.

Para a numeróloga Aparecida Liberato diz o que ocorrerá no próximo ano será uma mudança de energia. “O número de 2012 será o 5. Essa energia indica que o ano que vem será um ano de inquietação e de instabilidade, em que aquilo que foi planejado não acontece”, diz Aparecida. A numeróloga afirma ainda que tudo que não foi concertado em 2011 no ano seguinte será desestruturado. “As pessoas vão sentir”, opina.

Aparecida diz que é difícil controlar um ano 5 e que esta é uma energia inquieta. “Podemos esperar que as situações de conflitos, movimentos, levantes sejam sentidas em todo o mundo”, alerta a numeróloga. O mundo estará em uma energia acelerada, porém, descontrolada. 

Sobre as previsões maias: “O que aconteceu foi que os maias citaram o 21 de dezembro de 2012 como uma data de encerramento de um ciclo, é o fim de uma determinada era. Isso não significa o fim do mundo. Eles também falaram em outras datas além de 2012. O nosso pensamento é energia, por isso não é bom pensar nestas teorias sem refletir sobre o que elas realmente querem dizer”, finaliza Aparecida Liberato.
(Fonte: Estrela Guia)